No dia 5 de junho de 1992, um importante capítulo da história da Associação Desportiva Jaraguá (ADJ) teve início, quando a equipe entrou em quadra pela primeira vez para disputar uma partida oficial. O jogo aconteceu no Ginásio Antônio Heil, em Brusque, como parte do Campeonato Catarinense da segunda divisão, na Chave B.

O prélio contra o Colegial, de Florianópolis, teve início às 20h15 e contou com a arbitragem de Luiz Carlos Fernandes, auxiliado pelos bandeirinhas José Evilásio Dietrich e João Antônio da Silva. Na época, o futebol de salão ainda incluía a figura do bandeirinha.

A equipe verde, vermelho e branco era liderada por Marcos Antonio Toniolo Pierri, conhecido como Marquinhos di Pierri. Ele escalou o time titular com Paulinho Friedmann (#16), Celinho Lange (#10), Marquinhos Santos (7), Mano (#9) e Lenoir (#13), sendo estes dois últimos provenientes do futsal de Joinville.

No banco de reservas, estavam disponíveis Mabinha (#11), Duno (#3), Mussum (#18), Cesar Pradi (#6), Geffe Floriani (#8) e Osny Matheussi (#5), além do goleiro reserva Djalma (#1). A equipe contava ainda com o preparador físico Caio Cunha e o massagista Írio dos Anjos.

Leonir (Leonir João Frolich) marcou o primeiro gol da história do Jaraguá Futsal quando eram jogados 10 minutos e 23 segundos do primeiro tempo. E ampliou a vantagem aos 16 minutos e 53 segundos. Ainda na primeira etapa, Mano marcou o terceiro gol jaraguaense aos 18 minutos e 49 segundos.

No segundo tempo, o Jaraguá consolidou sua vitória com três gols de Celinho, aos 33 minutos e 5 segundos, 34 minutos e 47 segundos, e 36 minutos e 55 segundos, respectivamente. Duno também deixou sua marca aos 33 minutos e 29 segundos, e Leonir marcou seu terceiro gol no jogo aos 39 minutos e 52 segundos.

Marcelo descontou para a equipe de Florianópolis aos 24 minutos e 16 segundos, mas não conseguiu impedir a derrota da sua equipe por sonoros 8 a 1.

Como curiosidade, é interessante destacar que nenhum jogador vestiu a camisa de número 12 no primeiro jogo oficial da Associação Desportiva Jaraguá, um fato interessante e que talvez já indicasse o que estava sendo reservado para o futuro.

Foto: Arquivo Pessoal, Rogério Lauro Tomaselli